Sobre

Das longínquas terras de Sala Vazia, onde reina o verão eterno.

Foi assim que o Fauno Tumnus descreveu, sem entender o que Lúcia quis dizer ao afirmar que entrou em um guarda-roupa numa sala vazia e assim chegou até Nárnia, e para lá voltou, depois de reencontrar um lampião velho em um bosque novo, ecoando-lhe um sonho de um sonho.

Aqui vai acabar sendo um retrato da minha sala vazia. Algumas vezes dessa sala partirei para as viagens, nas quais construirei ou reafirmarei pensamentos. E algumas vezes, para essa sala voltarei com pensamentos confusos ou construídos, com críticas, com música, com arte, com fatos e fotografias, cada vez enchendo mais um pouco as caixas da cabeça, através de uma Sala Vazia.

O cara que escreve a maioria dos textos que serão publicados aqui (eu queria dizer todos, mas você me conhece, existe uma chance enorme de eu fazer posts com “Olha esse texto do fulano que incrível” e assim vai), é um estudante, daqueles que demorou um tempo pra achar o que fazer da vida quando crescer, mas agora achei, e estudando Letras estou encontrando um caminho fácil pra de volta pra Terra.

Você vai me ver falar de tudo por aqui, e, se você não gostar do texto, não tem problema, eu provavelmente não gostei também, tudo isso aqui é um desafio pessoal, estabelecido de forma especial para que eu deixe de ser o único que avalia meus textos.

Entendendo o texto como uma expressão pessoal, seja de pensamento ou de emoção, essa sala, vazia, é para que eu compartilhe pensamentos, pedaços de identidade, crises, soluções, sorrisos e cicatrizes, vai que acaba ajudando alguém né?

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